O que dói não é;
O armário vazio
As gavetas abertas
Os cabides jogados vazios em pela cama
As chaves em cima da mesa
Vestígios apagados...recordações
O que dói não é;
A data marcada
A passagem comprada
O dia chegando
As malas abertas outras fechadas
O porto retrato agora com uma paisagem desconhecida
O que dói não é;
A despedida eminente
Os abraços apertados os amigos que ficam
O que dói não é;
O caminho a estrada
Os sonhos que ficam para trás
AS horas passando
O que dói e ver teu rosto
A plácida expressão do nad
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